Seu navegador não suporta java script, alguns recursos estarão limitados. Finep encerra 2016 sem dívidas e FNDCT terá orçamento maior no ano que vem
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Em meio ao cenário de restrição econômica do País, a Finep vai fechar 2016 com suas dívidas zeradas. A financiadora conseguiu liberação de R$ 520 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que permitiu quitar todos os restos a pagar de anos anteriores (R$ 180 milhões em recursos não reembolsáveis, destinados a 77 projetos de pesquisa), mais as parcelas iniciais dos editais aprovados pela agência esse ano. “Essa é a primeira vez que a Finep fica em uma situação de solvência total”, afirma o presidente da Finep, Marcos Cintra, ressaltando a importância do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) nas negociações. A Finep é a secretaria executiva do FNDCT, que terá, em 2017, orçamento 30% superior ao de 2016: cerca de R$ 1,3 bilhão, comparado a R$ 1,05 bi.

Reator Multipropósito avança

Entre as instituições beneficiadas pela liberação dos recursos está a Fundação Parque de Alta Tecnologia da Região de Iperó e Adjacências (Fundação Patria), responsável pelo projeto executivo do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), que tem como objetivo dar ao País autonomia na produção de radiofármacos (utilizados como agentes no diagnóstico e no tratamento de câncer e outras doenças). Além de substituir as importações, estima-se que, com o equipamento, o Brasil tenha condições de ampliar em até três vezes a demanda, passando dos atuais 2 milhões para 6 milhões de brasileiros. O projeto recebeu R$ 40 milhões da Finep, completando 50% de seu valor total (R$ 150 milhões).

Além da produção de radiofármacos, o RMB vai permitir o desenvolvimento de feixes de nêutron para pesquisa científica e a qualificação de materiais nucleares necessários à construção de reatores nucleares, incluindo o do submarino nuclear que está sendo construído pela Marinha Brasileira. A previsão é que ele entre em operação em 2021.

Também receberam recursos a Universidade de São Paulo – USP (R$ 12,3 milhões), para implementação da Rede de Pesquisa e Desenvolvimento em Gás Não Convencional no Brasil (Rede Gasbras); o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), para atualização da infraestrutura de teste de propulsores de satélites (R$ 6,3 milhões); a Fundação Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), para o desenvolvimento de redes ópticas de futura geração (R$ 5,5 milhões); e a Universidade Federal Fluminense (UFF), para melhorias na infraestrutura de pesquisa e inovação da instituição (R$ 3,6 milhões), entre outras.

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