Seu navegador não suporta java script, alguns recursos estarão limitados. Conheça detalhes das frentes de ação de Finep/MCTIC para combate à Covid-19
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A Finep/MCTIC, atenta às questões da pandemia do novo coronavírus, atua nas três frentes do enfrentamento à Covid-19: prevenção, diagnóstico e tratamento.

 

Clique nas imagens abaixo e saiba detalhes das ações da companhia e do ministério:

 

      prevencaocovid       

 

diagnosticocovid

 

tratamentocovid

 

 

Em abril, a financiadora já havia sinalizado R$ 600 milhões em crédito no combate à pandemia e as propostas começam a chegar. Outra ação importante foi a decisão de renegociar dívidas de empresas afetadas pela pandemia.

Além do edital para desenvolvimento de equipamentos (com valor estendido para R$ 8 milhões), foi lançado, ainda, o edital do Tecnova II em parceria com o Governo do Piauí, que visa ao desenvolvimento de inovações locais, de olho no Coronavírus. A chamada em parceria com FAPESP também é ligada ao tema.

Na semana passada, com ênfase nos três eixos expressos, a financiadora aprovou quatro encomendas de projetos para ajudar o Brasil neste momento, algumas já citadas nos arquivos anteriores, mas na sequência detalhadas.

O primeiro é direcionado a Plataformas Tecnológicas para o Diagnóstico e o Controle da Covid-19, no valor total de R$ 5.453.000,00.

Outros dois são para o desenvolvimento de vacinas contra o SARS-CoV-2, com os respectivos custos: R$ 4.524.525,00 e R$ 3.412.117,00. A quarta iniciativa, com foco em ações vinculadas ao diagnóstico do vírus causador da doença, tem o valor de R$ 9.949.349,25.

 

Plataformas Tecnológicas para o Diagnóstico e o Controle da Covid-19

O projeto é resultado da colaboração entre a Fundação de Apoio Universitário, o INCT-TeraNano da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e a ImunoScan Engenharia Molecular Ltda.

O objetivo é desenvolver e validar três tipos de kits diagnóstico diferentes para o SARS-CoV-2: por sensor biofotônico, por sensor eletroquímico e espectrometria de massa, com uso de algoritmo de inteligência artificial, kits diagnósticos inovadores que se demonstraram adequados para diagnóstico de outras doenças, tem baixo custo e almejam detectar rapidamente o vírus na saliva.

A Finep destinou R$ 700.000,00 dos R$ 5.453.000,00 totais para a iniciativa.

 

Desenvolvimento de vacinas contra SARS-CoV-2

Um dos projetos para desenvolvimento de vacina contra a Covid-19 pretende usar VPLs como entrega de antígenos da proteína Spike do coronavírus aos componentes do sistema imune, bem como anticorpos neutralizantes terapêuticos contra o mesmo vírus.

A iniciativa, que conta com a participação do Instituto Zerbini, é liderada pelo Instituto do Coração, o Incor, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). São coexecutores: o Instituto de Ciências Biomédicas da USP, a Faculdade de Medicina da USP e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Vários pesquisadores dessas instituições integram a RedeVírus, grupo constituído por meio das Portarias MCTIC nº 1.010, de 11 de março de 2020, e nº 1.205, de 23 de março de 2020, com o objetivo de integrar iniciativas em combate a viroses emergentes.

Do valor total do projeto (R$ 4.524.525,00), R$ 3.924.525,00 serão financiados pela Finep e R$ 600.000,00 correspondem a bolsas do CNPq.

Outra ideia para a concepção de uma vacina contra o coronavírus é baseada na utilização de vírus influenza recombinantes como plataforma para a entrega de antígenos. A cooperação, que também conta com a participação do Instituto Zerbini, é liderada pela Fundação Oswaldo Cruz de Minas Gerais e tem como coexecutores o Instituto Butantan, o Instituto de Ciências Biomédicas da USP e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Essas instituições também possuem pesquisadores membros da RedeVírus.

Do valor total do projeto (R$ 3.412.117,00), R$ 2.656.117,00 serão financiados pela Finep e R$ 756.000,00 correspondem a bolsas do CNPq.

 

Ciência e Inovação para enfrentamento da Pandemia de COVID-19 por meio de ações vinculadas ao diagnóstico de SARS-COV2

A ideia é apoiar ações relacionadas ao diagnóstico molecular e ao imunodiagnóstico a partir do desenvolvimento de novas alternativas que reduzam custos e contornem a escassez de insumos e a dependência externa.

Para isso, a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa e UFMG, executora do projeto, contam com a cooperação do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos de Bio-Manguinhos e do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, instituições também ligadas a RedeVírus.

Dos R$ 9.949.349,25 totais do projeto, R$ 7.309.349,25 serão financiados pela Finep e R$ 2.640.000,00 correspondem a bolsas do CNPq.

 

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