Seu navegador não suporta java script, alguns recursos estarão limitados. Parque Tecnológico da UFRJ lança planejamento estratégico e debate papel da inovação no Brasil
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Márcio Girão, diretor de Inovação da Finep, participou de discussão sobre o papel da inovação no desenvolvimento do Brasil (Foto: Beatriz Corrêa/Parque Tecnológico da UFRJ)

 

O Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lançou, no dia 12 de abril, seu planejamento estratégico para os próximos 30 anos. O documento buscou pensar o futuro da instituição, levando em consideração os rumos da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico, a relação com a universidade e a contribuição ao desenvolvimento socioeconômico do Brasil. A Finep, parceira do Parque, apoia financeiramente projetos da instituição, que totalizam mais de R$ 18 milhões.

“Durante o processo de elaboração deste trabalho, alguns eixos de atuação apareceram como fundamentais para os próximos anos. Um deles é o que chamamos de humanização do Parque. Ou seja, é essencial criarmos um ambiente em que as pessoas sintam vontade de estar permanentemente trabalhando e desenvolvendo novas atividades. Outro eixo estratégico é o que classificamos como transbordamento do Parque: as nossas ações e as conexões criadas são muito mais importantes do que as limitações geográficas”, explicou o diretor do Parque, José Carlos Pinto.

O evento foi seguido de um debate, mediado pelo reitor da universidade carioca, professor Roberto Leher, sobre o papel da inovação no desenvolvimento do Brasil. O diretor de Inovação da Finep, Márcio Girão, participou das discussões ao lado da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, do deputado federal Otávio Leite, da secretária municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação, Clarissa Garotinho, e da representante das empresas residentes do Parque e gerente jurídica da Technip FMC, Evellyn Montellano.

Girão destacou a importância de o Parque Tecnológico da UFRJ se desenvolver e fortalecer em parceria com os governos federal, estadual e municipal e com o interior do Estado do Rio de Janeiro. “Ao contrário de outros lugares, como São Paulo, as atividades de ciência e tecnologia não se consolidaram no interior do Rio de Janeiro”, alertou o diretor de Inovação da Finep, lembrando também que a cidade do Rio é apenas a 14ª do Índice de Cidades Empreendedoras do Brasil, levantamento da Endeavor que incluiu 32 cidades brasileiras. “Recurso público não é a única condição para o desenvolvimento de um país, mas é fundamental. O Rio de Janeiro precisa lembrar-se disso”, completou.

Para o reitor da UFRJ, Roberto Leher, o planejamento estratégico do Parque cumpre uma das principais funções sociais da instituição: a antecipação de cenários de futuro. “Esses desafios de futuro requerem não só abertura espacial com outros centros, mas também interações virtuosas com outros domínios do conhecimento. O futuro da inovação não pode ser o futuro de um único setor da economia. Queremos que esse Parque expresse a diversidade da produção de conhecimento”, concluiu.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Parque Tecnológico da UFRJ

 

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