Seu navegador não suporta java script, alguns recursos estarão limitados. Nova Realidade: cai a fronteira entre o real e o virtual
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Tanto a realidade virtual quanto a ampliada estão se desenvolvendo a passos largos e seus empregos são inimagináveis. Essas tecnologias já são aplicadas do campo do entretenimento até o acadêmico e profissional. Nos últimos 10 anos, a Finep aplicou cerca de 15 milhões de reais em projetos que misturam os conceitos de real com o virtual. Com a criação de um departamento exclusivamente dedicado a projetos de economia criativa, é esperado um boom tecnológico brasileiro ligado ao tema a partir do fomento da financiadora.

Há quinze anos, foi criada, por Marcelo Knörich Zuffo, professor da escola politécnica (Poli) e coordenador do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas (Citi), da USP, a Caverna Digital, o primeiro ambiente de realidade virtual avançado brasileiro, com o apoio da Finep. No meio do ano, Zuffo e sua equipe participaram da 43° International Conference and Exhibition on Computer Graphics & Interactive Techniques (Siggraph), na Califórnia (EUA) e apresentaram dois projetos de realidade virtual e aumentada: o VR THOR e o CyberArchaeology.

O VR THOR é uma ferramenta utilizada para treinamento e prevenção de acidentes na manutenção de redes elétricas de elevada potência. O indivíduo entra numa espécie de caçamba e tem a clara ideia de que está suspenso, atuando, por exemplo, no reparo de um transformador ou fio de alta tensão. Já o Cyberarchaeology, vem como uma forma de explorar sítios arqueológicos de forma não destrutiva. Permite idas e vindas cronológicas, "voltar" ao estado de escavação num determinado período de tempo que pode ser escolhido ao sabor do interesse do arqueólogo.

A Finep também apoia o projeto 'Sistemas de Simuladores para Defesa Nacional (SSND)' que possui como um dos subprojetos o 'Simulador para Tiro de Fuzil (STF). O STF permitiu o desenvolvimento de um Simulador de Armas leves (STAL). Em quesito de precisão, o STAL é superior à maioria dos produtos similares encontrados nos mercados nacional e internacional, além disso, é mais barato. Um simulador estrangeiro, sem a mesma garantia de apuro no resultado, custa em torno de 300 mil dólares. O brasileiro pode entrar no mercado por cerca de 100 mil dólares. Veja um vídeo com o STAL em ação.

Com os problemas econômicos que atingem todo o globo, a conquista definitiva do mundo virtual abre espaço para novas oportunidades de trabalho, já que a simulação de uma história envolve desenvolvedores, designers e até mesmo roteiristas. "As realidades virtual e ampliada vão modificar a própria lógica de narrativa clássica. O narrador é participante, interage e 'vive' uma nova verdade. "A Finep está atenta a isso na construção de suas novas iniciativas de financiamento" garante Marcus Alvarenga, analista do departamento de tecnologia da informação e economia criativa da empresa.

Leia a matéria completa na 20ª edição da Revista Finep.

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