Seu navegador não suporta java script, alguns recursos estarão limitados. Casa da Árvore traz nova esperança a crianças de áreas carentes do Rio
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O projeto Casa da Árvore, implantado em comunidades carentes do Rio de Janeiro, tem ajudado meninos e meninas a superar traumas gerados pela violência. Com uma metodologia inédita trazida da França e adaptada à realidade brasileira com o apoio da Finep, a Casa está transformando a rotina de crianças expostas diariamente a situações de risco, contribuindo para a diminuição da violência e da evasão escolar. 
 
Há três unidades em funcionamento hoje no Rio de Janeiro: no morro do Turano, no bairro do Rio Comprido (Zona Norte), no Chapéu Mangueira, na Zona Sul, e na Ilha da Conceição, no município de Niterói. As três unidades atendem por dia cerca de 60 crianças de 0 a 12 anos. Transformado em Organização Não-Governamental em 2002, o projeto também funciona em conjunto com três creches comunitárias da Zona Sul do Rio, sendo duas em Botafogo, uma delas no morro Santa Marta, e outra no bairro do Leme, na comunidade Chapéu Mangueira.
 
O resultado dos estudos realizados pela ONG foi divulgado no livro: “A Casa da Árvore – Uma Experiência Inovadora na Atenção à Infância”. O projeto de pesquisa intitulado “Metodologia Inovadora para Prevenção a Violência e Promoção de Saúde Mental em Comunidades no Rio de Janeiro”, e que resultou na publicação, foi financiado pela Finep. A empresa liberou cerca de R$ 200 mil para a iniciativa.

A maioria da crianças tem pais e mães ausentes e estuda em colégios públicos da região. Em 2001, foi fundada no Morro dos Macacos, no bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, a primeira Casa da Árvore, ação que inaugurou o projeto pioneiro de psicanálise social lançado pela Sub-Reitoria de Extensão da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 
 
O local funciona como um ponto de ancoragem para menores que costumavam ficar ociosos pela rua o dia inteiro.  Eles podem aparecer quantas vezes por semana quiserem e permanecer o tempo desejado. Não são montados casos clínicos formais. A ideia é fortalecer as crianças, e não buscar famílias que não podem ou não querem participar.Trata-se de um espaço de lazer e liberdade de expressão, onde a frequência não é obrigatória, não é preciso inscrição prévia e a permanência no local não tem duração predeterminada.
 
Leia matéria completa na Revista Inovação em Pauta

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